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sábado, 4 de julho de 2026

ORDO AB CHAO | As Crónicas da Victória

🎉 JÁ ESTÁ DISPONÍVEL!

Adquira já o seu exemplar digital

Depois de anos de escrita, pesquisa e desenvolvimento artístico, tenho a alegria de anunciar o lançamento da primeira edição de ORDO AB CHAO – As Crónicas da Victória V.I.

Esta obra marca o início de uma narrativa onde a ordem e o caos se cruzam, conduzindo o leitor por um universo de mistério, simbolismo e fantasia.

“No limiar entre ordem e caos, surge Victória — uma presença que dobra o destino com as próprias mãos.”

📱 Disponível em formato digital

Nesta primeira fase, o livro está disponível exclusivamente em PDF, permitindo que leitores de qualquer lugar possam começar imediatamente esta jornada.

💰 Preço

10.000 Kz

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⏳ Importante

A versão digital estará disponível apenas por tempo limitado, até ao lançamento da edição impressa.

📖 Acompanhe este projeto

Nos próximos meses partilharei curiosidades, ilustrações, conceitos, personagens e bastidores da criação de As Crónicas da Victória, preparando o caminho para os próximos volumes desta saga.

A todos os que acompanham o meu percurso artístico e literário, o meu sincero obrigado. Espero que esta obra vos leve a uma viagem inesquecível.

📚 Boas leituras!

📖 Sobre a Loja de Arte

A Loja de Arte da CJ Arte Studio nasce no cruzamento entre tradição artística e expressão digital contemporânea. Aqui, cada produto é mais do que um ficheiro — é uma extensão de um processo criativo que atravessa ilustração, narrativa visual e design.

A loja dedica-se à comercialização de conteúdos digitais cuidadosamente desenvolvidos, incluindo:

  • 📚 eBooks de ilustrações e banda desenhada
  • 🖼️ Packs de artes para impressão e decoração
  • 🎨 Ilustrações digitais autorais
  • 📐 Padrões gráficos para aplicações diversas
  • ✏️ Serviços de encomendas personalizadas

Cada peça é criada com atenção ao detalhe, equilíbrio visual e identidade própria.


📖 Carnot Júnior | CJ Arte Studio — Literatura | DATA

Os bastidores da IA: quem são os profissionais que ensinam as máquinas a responder melhor

Por trás de cada resposta "perfeita" de um chatbot há uma legião invisível de humanos corrigindo, testando e refinando o sistema. Entenda por que essa função está em expansão — e como profissionais de qualquer área podem tirar mais proveito da inteligência artificial no dia a dia.

A nova engrenagem invisível do mercado de trabalho

Quando alguém pergunta a um assistente de IA sobre um contrato de trabalho, um diagnóstico médico ou a melhor forma de estruturar um e-mail, poucos imaginam que, por trás daquela resposta fluida e precisa, existe uma cadeia de decisões humanas. São os chamados treinadores de IA — profissionais que avaliam, corrigem e orientam o comportamento desses sistemas para que fiquem cada vez mais úteis, seguros e alinhados com o que as pessoas realmente precisam.

A função ganhou tração acelerada nos últimos meses. Reportagens recentes descrevem uma verdadeira corrida das empresas de tecnologia para contratar esse tipo de talento, à medida que os modelos de linguagem passam a ser usados em contextos cada vez mais delicados — da saúde ao direito, do atendimento ao cliente à educação.

O que realmente faz um treinador de IA

Longe do estereótipo do programador trancado em código, o trabalho de um treinador de IA é, na maior parte do tempo, uma tarefa de leitura crítica e julgamento humano. Na prática, isso envolve avaliar respostas geradas pela IA, comparar diferentes versões, apontar erros, sugerir melhorias e até criar exemplos de perguntas e respostas ideais para orientar o sistema em situações específicas.

O detalhe mais interessante — e que costuma surpreender quem pensa que essa é uma área fechada para "gente de tecnologia" — é que profissionais de comunicação, jornalismo, marketing e outras áreas humanas têm cada vez mais espaço nesse mercado, principalmente nas funções em que o foco está na qualidade da linguagem e na clareza das respostas. Conhecimento técnico ajuda, mas não é obrigatório em todas as posições.

E o processo não tem fim. Conforme a IA passa a ser usada em novos contextos — jurídico, médico, educacional — o trabalho de ajuste e supervisão precisa acompanhar essa evolução constantemente. É, por definição, um trabalho contínuo.

Por que os usuários e profissionais de cada área são peça-chave

Aqui está o ponto que talvez seja o mais importante — e o menos falado: os treinadores de IA não substituem o conhecimento de especialistas de cada setor; eles dependem dele.

Um médico que usa IA para organizar prontuários, um advogado que a utiliza para revisar contratos, ou um professor que a emprega para montar material didático — todos eles, ao usar essas ferramentas com atenção e espírito crítico, estão colaborando (mesmo sem saber) para o refinamento contínuo desses sistemas. Cada correção, cada reformulação de pergunta, cada feedback dado a uma resposta insatisfatória é, em essência, um pequeno ato de "treinamento".

Por isso, o discurso do mercado está migrando de "usar IA" para algo mais sofisticado: saber formular boas perguntas, interpretar os resultados com espírito crítico e revisar o que a máquina entrega. Levantamentos recentes com profissionais brasileiros mostram que competências como análise de dados aplicada à IA e engenharia de prompt já lideram o ranking de habilidades mais desejadas para os próximos anos — e vagas que exigem domínio dessas competências pagam, em média, significativamente mais do que as demais.

Como profissionais de diferentes áreas podem fazer melhor uso da IA

A boa notícia é que não é preciso ser cientista de dados para aproveitar bem essas ferramentas. Algumas práticas simples fazem toda a diferença:

  • Seja específico ao pedir algo. Frases genéricas geram respostas genéricas. Quanto mais contexto, exemplos e critérios você fornecer, melhor será o resultado.
  • Revise sempre. A IA é um ponto de partida, não a palavra final — especialmente em áreas técnicas como saúde, direito e finanças, onde um erro pode ter consequências reais.
  • Dê feedback ao sistema. Corrigir uma resposta errada, pedir reformulações ou apontar o que faltou não é "perda de tempo": é o que efetivamente melhora a ferramenta com o uso.
  • Combine IA com julgamento humano. Habilidades como empatia, pensamento crítico, criatividade e comunicação continuam sendo o diferencial que a máquina não reproduz — e são justamente elas que tendem a ganhar mais valor no mercado à medida que a IA avança.
  • Invista em capacitação prática. Pesquisas recentes mostram que a maioria dos profissionais brasileiros já não quer mais cursos teóricos sobre IA — quer aprender fazendo, aplicado à própria rotina de trabalho.

Um mercado que não para de crescer

Os números ajudam a entender a dimensão dessa transformação: estudos apontam que a busca por profissionais com conhecimento em IA no Brasil cresceu de forma expressiva no último ano, e vagas que exigem ao menos uma habilidade relacionada à área tendem a pagar salários mais altos que a média. Ao mesmo tempo, cresce a preocupação com o uso ético e responsável dessas tecnologias — o que reforça, mais uma vez, por que a supervisão humana continua sendo indispensável.

A inteligência artificial, no fim das contas, não é uma força que atua sozinha nos bastidores. Ela é moldada, dia após dia, por decisões humanas — de treinadores profissionais, mas também de cada usuário que, ao interagir com essas ferramentas de forma consciente e crítica, ajuda a torná-las mais precisas, mais úteis e mais alinhadas com as necessidades reais das pessoas.


Carnot Júnior.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

📰 Tchitundo-Hulo Parte 2: O Morro Sagrado de Angola – História, Arte e Futuro no Sudoeste do Namibe

Num recanto árido do sul de Angola, onde o vento parece sussurrar histórias antigas, ergue-se um monte granítico carregado de significado: Tchitundo-Hulo. Este sítio arqueológico não é apenas um conjunto de pedras com desenhos antigos. É um documento cultural vivo, um testemunho silencioso de povos que habitaram estas terras muito antes das fronteiras modernas existirem.

  • O Que é Tchitundo-Hulo
Tchitundo-Hulo é um complexo de estações de arte rupestre — com designações como Mulume, Mucai, Pedra das Zebras e Pedra da Lagoa — espalhadas por cerca de um quilómetro na região semiárida de Capolopopo, município de Virei, província do Namibe. As formas gravadas ali vão de círculos concêntricos e linhas geométricas a figuras humanas e animais, compondo alguns dos vestígios mais antigos de arte pré-histórica em território angolano.

Os primeiros estudos científicos sobre o local remontam aos anos 1950, quando foi oficialmente registado por investigadores. Desde então, arqueólogos e estudiosos têm reconhecido o seu enorme valor histórico e cultural para a compreensão das antigas ocupações humanas na África Austral.


  • Pontes Entre Passado e Presente
Enquanto na minha primeira publicação sobre Tchitundo-Hulo explorei o lado mais sensível, imaginativo e artístico das gravuras — procurando sentir o espírito do lugar e traduzir visualmente o seu mistério — hoje volto ao tema com uma abordagem mais informativa e contextual.

Não se trata de substituir a visão artística, mas de complementá-la com dados históricos e científicos. Aquilo que antes apresentei como intuição criativa encontra agora eco em estudos arqueológicos que confirmam a importância do sítio como um dos mais relevantes da arte rupestre em Angola.

O próprio nome Tchitundo-Hulo, associado a interpretações como “morro sagrado”, “morro do céu” ou “morro das almas”, revela que este espaço não era apenas físico, mas também espiritual para as comunidades antigas que por ali passaram.

  • Ao Património Cultural Angolano em Destaque
Tchitundo-Hulo integra o conjunto de bens culturais que o Estado angolano tem vindo a valorizar como parte essencial da identidade nacional. A sua proposta para reconhecimento internacional reforça a necessidade de proteger e estudar este património, não apenas como relíquia do passado, mas como fundamento da memória cultural angolana.


Falar de Tchitundo-Hulo é falar de um tempo anterior às divisões políticas, anterior até a muitos dos povos que hoje compõem Angola. É reconhecer que o território já era espaço de pensamento simbólico, expressão artística e visão espiritual há milhares de anos.

  • Desafios e Responsabilidade
Apesar da sua importância, o sítio enfrenta ameaças reais. A erosão natural provocada pelo clima desértico, aliada à ausência de proteção adequada e à visitação sem acompanhamento especializado, pode comprometer a preservação das gravuras.

Por isso, valorizar Tchitundo-Hulo também significa defender a educação patrimonial, o respeito pelos sítios históricos e o envolvimento das comunidades locais na sua preservação.

Ao regressar a este tema, reforço que Tchitundo-Hulo não é apenas um objeto de estudo ou contemplação estética. É um símbolo profundo da continuidade cultural em Angola.

Se na minha primeira publicação procurei sentir o mistério das pedras, hoje procuro sublinhar a sua importância histórica e patrimonial. Porque preservar Tchitundo-Hulo não é apenas proteger gravuras antigas — é honrar a memória coletiva, fortalecer a identidade cultural e garantir que as gerações futuras ainda possam olhar para aquelas rochas e perguntar, com o mesmo espanto: quem fomos nós, afinal?

sábado, 25 de janeiro de 2025

LIVRO - Lusofonias, De Roma para o Mundo 2



Tony Neves, CSSp é Assistente Geral dos Missionários Espiritanos (desde
2021), em Roma, sendo o Correspondente do Conselho Geral para Angola, Bra-
sil, Bolívia, Cabo Verde, Espanha, Moçambique, Paraguai e Portugal. Nasceu em
Jancido - Foz do Sousa, Gondomar, em 1962 e foi ordenado sacerdote em 1989.
Trabalhou em Angola durante a guerra civil (1989-1994). Fez estudos de Teologia e
Comunicação Social em Portugal e Paris e doutorou-se em Ciência Política, Lisboa
(2011). Foi coordenador dos Jovens Sem Fronteiras e dos projetos de Sol Sem
Fronteiras (1997-2012). Tem Carteira Profssional de Jornalista desde 1998, foi
Presidente da MissãoPress e é autor de vários livros. Foi Superior Provincial dos
Espiritanos em Portugal (2012-2018) e Coordenador de Justiça, Paz e Integridade
da Criação e do Diálogo Inter-Religioso, dos Missionários Espiritanos, em Roma
(2018-2021).




Título: Lusofonias, De Roma para o Mundo 2
Autor: Tony Neves
Prefácio: D. Manuel Clemente
Revisão: Fernando Faria
Impressão e Acabamento:
1ª edição: Maio 2024
Depósito Legal:
ISBN: 978-989-54239-7-2
Distribuição gratuita

quinta-feira, 29 de agosto de 2024

MESTRE JONES, Um "artista artesanal Angolano"

 

O Mestre Jones,

Um "artista artesanal Angolano" é alguém que cria arte utilizando técnicas manuais, muitas vezes envolvendo habilidades tradicionais e materiais naturais ou reciclados. Proveniente e nascido da Lunda-Norte, o artista trabalha com uma variedade de mídias, como madeira, tecido, cerâmica, metal, papel e muito mais. O foco está frequentemente em criar peças únicas ou em pequena escala, valorizando o processo manual e a originalidade.


Atualmente, o artista vende vários tipos de camiões e carros, incluindo também um helicóptero no Zango 4, próximo as barracas.

  • Modelos únicos e um Design menos personalizados das marcas reais, usando estética própria.

Carros de brinquedo de madeira artesanal são peças únicas, feitas à mão por artesãos que dedicam tempo e habilidade para criar cada detalhe. Diferente dos brinquedos produzidos em massa, esses carros artesanais geralmente apresentam um design mais personalizado e podem ser feitos com diferentes tipos de madeira, cada um conferindo uma textura e cor distinta ao brinquedo.

  • Técnica

O processo de fabricação artesanal envolve várias etapas, desde a escolha da madeira até o corte, montagem e acabamento final. Cada carro pode ser projetado para representar veículos específicos, como carros de corrida, caminhões ou carros clássicos, ou pode seguir um design mais abstrato e simples, voltado principalmente para a imaginação da criança.


  • Durável e Ecológico

Além de serem brinquedos duráveis e ecológicos, os carros de madeira artesanais também podem ser colecionáveis, especialmente aqueles feitos por artesãos renomados. Eles são valorizados não apenas como brinquedos, mas também como objetos de arte que podem ser exibidos e apreciados por sua beleza e artesanato.


Para quem estiver interessado poderão ligar para o contacto;

  1. +244 928 605 742 
  2. +244 939 494 447 (WhatsApp)
  • Também poderá chegar a praça do Zango 4, antes da entrada da Centralidade 8 Mil em direção as barracas de venda, conhecido como mestre Jones.

Nota: Valorizar e apoiar artistas locais como o Jones é fundamental para o desenvolvimento cultural e econômico de Angola. Incentivar esses talentos a continuar e evoluir ajuda a preservar e inovar tradições artísticas, além de fortalecer a identidade cultural.

O apoio a esses artistas pode inspirar outros a seguir caminhos criativos e contribuir para a diversidade artística Angolanos. 





sexta-feira, 26 de julho de 2024

LUANDA CARTOON - 20 ANOS DE MEGA ARTE DIVERSIFICADA

Ilustração "Zoyo - Gravidade O" de Carnot Júnior


LUANDA CARTOON - 20 ANOS DE MEGA ARTE DIVERSIFICADA


"Mais uma vez, o Luanda Cartoon, é o exemplo de prestígio que movimenta artistas nacionais e internacionais!"

Durante vinte anos a Olindomar Estúdio, promove o Festival Luanda Cartoon, onde reúne vários artistas nacionais e internacionais, assim como as várias gerações de artistas provenientes de toda Angola.

Tornou-se um emblema nacional que procura manter o gosto pela arte aos leitores angolanos. 

O Festivais, ajuda a promover e celebrar essa forma de arte. Esses eventos são importantes para a divulgação do trabalho dos artistas locais e para o fortalecimento da comunidade de quadrinhos no país.

De uma forma geral, O estilo dos quadrinhos angolanos pode variar bastante, refletindo tanto influências locais quanto internacionais. A fusão de estilos e técnicas é uma característica marcante, com muitos artistas explorando novas formas de contar histórias visuais.

Conforme a fonte da Olindomar Stúdio, o festival para esta ano (2024), vai ter lugar, mais uma vez, na cidade de Luanda, no mês de AGOSTO, sendo que todas as exposições estarão abertas ao público durante o evento.

Mais uma vez, o momento histórico em que são colocadas em exposição as várias reflexões sobre a evolução da Banda Desenhada e Animação enquanto arte e os novos caminhos que se têm vindo a manifestar.

Para expôr:

Os trabalhos e as propostas de autores, podem ser enviadas até 27 de JULHO 2024 para o endereço de email: luanda.cartoon@gmail.com

  1. Banda Desenhada com o mínimo 4 páginas / Máx 12 páginas
  2. Caricaturas: Min: 4/ máx 8
  3. Cartoons: Min: 4 / máx 8
  4. Animação: Min: 1 minuto / Máx 30 min

Todo material para impressão deve ser enviado no mesmo email, com boa resolução para impressão em A3 ( PDF/TIF ou JPG).

Os Originais devem ser entregues na Sede do Festival: Estúdio Olindomar, Luanda - Avenida Hoji ya Henda.


domingo, 4 de fevereiro de 2024

ARTE CRIATIVA E INOVADORA

 




O estilo “Loyalangab”, é uma fusão artística que se distingue por sua abordagem única às lineaturas e ao uso de canetas black de várias espessuras sobre cartolina ou tela branca. Esta técnica e o estilo resultante têm várias implicações notáveis:

 


Quadro digital Inédito; Vazos com vozes, C.Júnior 2023 Formato de imagem: 118112 Pixels, 300 Pixel/Polegadas

 

Originalidade e Inovação: O desenvolvimento de um estilo próprio como o “Loyalangab” torna-se testemunho da criatividade e inovação, diferenciando das obras no mercado saturado da arte, mas também estabelece uma marca pessoal como artista.

Técnica Distinta: O uso específico de canetas black de várias espessuras para criar lineaturas complexas e detalhadas sugere um alto nível de habilidade e precisão. Essa técnica pode recriar texturas, contrastes e profundidades interessantes, tornando cada obra visualmente cativante e única.

Conceito e Filosofia artística: O termo “Loyalangab” como um slogan que une diferentes pontos de vista e traços sugere uma filosofia artística que valoriza a diversidade e a complexidade. Essa abordagem pode ressoar profundamente com o público que aprecia a arte como uma forma de expressão de ideias e emoções complexas.


Quadro Inédito; Mulher Serpente, C.Júnior 2023 (finalizado) Formato de imagem: 50x70 Centímetros

  

Comparação com outros Estilos: Ao mencionar que “Loyalangab” se diferencia de estilos como “Mandala” e “Doodle”, é para perceber que "nada vem do nada" e há sempre uma base para o começo. Assim, o resultado da inovação, é pelo fato de reunir nichos específicos na reorganização dos traços. Essa diferenciação pode ser atraente para colecionadores e apreciadores de arte que buscam algo único e fora do comum.

 

Quadro Inédito; Riquezas, C.Júnior 2023 (finalizado) Formato de imagem: 50x70 Centímetros

Potencial de Mercado e Exposição: A natureza única e a apresentação atraente das obras “Loyalangab” vivencia uma grande tendência de mercado da arte poderá ser eficaz no âmbito promocional em plataformas de mídia social e em galerias de arte contemporânea que buscam exibir trabalhos inovadores, vanguardistas e estabelecer um novo paradigma na expressão artística contemporânea.

 

Carnot Júnior